Quando acordarão

Andando ao sabor do vento,
Sem lenço e sem documento,
Já nem me lembro,
Dos tempos tristes do convento,
Das armadilhas da religião,
E das doutrinações a contento.

Sigo a vida sem rumo,
Mas a ética segue a prumo,
Desdenho a infantilidade,
E na minha forma me arrumo,
Sem preocupações desnecessárias,
Por isso não bebo, nem fumo.

As pessoas estão robotizadas,
Vivem a esmo, sem nexo dão risadas,
Quando acordarão?
No sistema estão enquadradas,
Poucos se dão conta disso,
Apenas um por cento, estão acordadas.




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