A coluna do meio
A ignorância do ser,
Parece que vem do berço,
O homem prefere morrer,
Mas, não larga do terço.
Duas velhinhas famosas,
Do alto do seu belo salto,
Dão gargalhadas gostosas,
Mesmo durante um assalto.
Porque elas não se apercebem,
Da gravidade do ato,
Pois a bebida que bebem,
Não pode beber o gato.
Este homem insensato,
Não sabe de onde veio,
Se nasceu em um orfanato,
Ou se é coluna do meio.
Parece que vem do berço,
O homem prefere morrer,
Mas, não larga do terço.
Duas velhinhas famosas,
Do alto do seu belo salto,
Dão gargalhadas gostosas,
Mesmo durante um assalto.
Porque elas não se apercebem,
Da gravidade do ato,
Pois a bebida que bebem,
Não pode beber o gato.
Este homem insensato,
Não sabe de onde veio,
Se nasceu em um orfanato,
Ou se é coluna do meio.
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