A ignorância

Se eu dizer o que penso,
Posso até me enganar,
Mas não vai haver lenço,
Pra conter o seu lacrimar.

Amanhã estarei morto,
Pois a verdade é cruel,
Só de pensar estou torto,
A sina é amarga, é um fel.

Mas não posso mais recuar,
Tenho que seguir adiante,
A verdade vai desnudar,
O quão somos ignorantes.

Mas se o fim for atingido,
Tudo valeu a pena,
Apesar de alguns feridos,
Os broncos, continuam em cena.



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