Sufocado

Sinto uma saudade enorme,

Mas, eu não sei de quê?

Eu penso, que quando você dorme,

Você pode me esquecer.


Aí, me dá um nó na garganta,

E fico até sufocado,

E você me chama de anta,

E eu fico, magoado.


E o desespero aumenta,

Nas noites de frio intenso,

Tomo suco de pimenta,

E em você, nem mais penso.





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