Nau alada
O homem segue navegando,
Sem barco ou navio,
O mais humilde segue caminhando,
O mais granfino, ninguém viu.
Quando o barco chega ao destino,
O maia humilde, desce e ajoelha,
Mas, o dito granfino,
Pergunta sobre a sua relha.
Do outro lado do mistério,
O humilde sorri e contempla,
Já o granfino mais sério,
Não sabe se desce, ou entra.
E você amigo sincero,
Em que barco você está,
Em uma nau alada eu espero,
Porque o vento, começou a soprar.
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