Não espere

 A fé me estanca,

Me deixa inerte,

Me deixa como criança,

E como gelo, derrete.


E a tal da esperança,

Que força que deve ter,

De viver enchendo a pança,

Sem ter nada para comer.


Minha fé, hoje é estudo,

Minha esperança é no trabalho,

E aqueles que te escondem tudo,

Estou derrubando do meu galho.



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