O teu cortejo

O homem anda no mundo,
Como nunca fosse morrer,
Mas fica tão sujo, tão imundo,
Que nem o diabo vai querer.

Aí chega do outro lado,
Mansinho como um cordeiro,
Com o cofre abarrotado,
Quer comprar o céu com dinheiro.

Esquece que foi vazio,
Só levou o seu desejo,
Vão é te chamar nos brios,
E a vergonha, será teu cortejo.


                                                           (Crédito; Uol.com.br)

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