A vida continua como antes, Os passos continuam errantes, Em vez de sábios, continuamos ignorantes, Ainda somos anões, mas queremos ser gigantes, Queremos o céu, mas somos invigilantes, Então vivemos, no inferno de Dante.
Sinto uma saudade enorme, Mas, eu não sei de quê? Eu penso, que quando você dorme, Você pode me esquecer. Aí, me dá um nó na garganta, E fico até sufocado, E você me chama de anta, E eu fico, magoado. E o desespero aumenta, Nas noites de frio intenso, Tomo suco de pimenta, E em você, nem mais penso.
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