Nos braços de Morfeu

Ando no mundo,
Ao leu,
Acalento um sono profundo,
Almejo o céu.
Dores lancinantes, me atingem no fundo,
Me contorço, pareço um réu,
Me chamam de imundo,
Alguns me querem, por troféu,
Mas eu luto, não me chamo Raimundo,
Só adormeço, nos braços de Morfeu.

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