Um sonho de verão
Em determinada época,
Tive um sonho de verão,
E como todo déspota,
Fiz do sonho, uma ilusão.
Sonhei voar ao infinito,
Descobrir planetas,
Faiscantes, tão bonitos,
Correr atrás de cometas.
E no sonho, descobri a terra,
Tão bonita, tão singela,
Mas com uns seres esquisitos,
Que gostavam, era da guerra.
Um lugar com lindas matas,
Praias de uma beleza sem par,
Mas com marajás, vivendo de mamatas,
E pobres, sem nada poder comprar.
Então olhei para o céu,
E vi as luzes do cruzeiro,
E um homem com cinzel,
Esculpia profetas, por dinheiro.
E no sonho, vi plantações de café,
Pessoas que batalhavam,
Pra ganhar o pão, e a fé,
E um estádio lotado, pra ver o tal de Pelé.
Mas, o mais interessante,
Foi quando o sonho acabou,
Eu me transformei em gigante,
E um tal de Davi me matou.
Fernando 10/03/2012
Comentários
Postar um comentário