Postagens

Não a guerra

Imagem
 Enquanto houver guerra,  Não haverá esperança, O povo todo se ferra, Com o preço da festança. Porque, quem faz a guerra, Está querendo lucrar, E o pobre que está na terra, O preço tem que pagar. Minha gente vamos acordar, Se livrar desses políticos malucos, Porque se eles querem nos matar, Estão piores que os caducos.

Sigo na dança

Imagem
 O dia está complicado, Já perdi a esperança, Sempre estou do lado errado, Mais pareço uma criança, Já comi o meu bocado, Não recebi a herança, Vivo com meus trocados, Mas, não faço aliança, Meu caráter, não está deformado, De cabeça erguida, sigo na dança.

Não espere

Imagem
 A fé me estanca, Me deixa inerte, Me deixa como criança, E como gelo, derrete. E a tal da esperança, Que força que deve ter, De viver enchendo a pança, Sem ter nada para comer. Minha fé, hoje é estudo, Minha esperança é no trabalho, E aqueles que te escondem tudo, Estou derrubando do meu galho.

Nau alada

Imagem
O homem segue navegando, Sem barco ou navio, O mais humilde segue caminhando, O mais granfino, ninguém viu. Quando o barco chega ao destino, O maia  humilde, desce e ajoelha, Mas, o dito granfino, Pergunta sobre a sua relha. Do outro lado do mistério, O humilde sorri e contempla, Já o granfino mais sério, Não sabe se desce, ou entra. E você amigo sincero, Em que barco você está, Em uma nau alada eu espero, Porque o vento, começou a soprar.

Incúria

Imagem
 Desde que o mundo é mundo, O homem tenta entender, Qual o sentido profundo, Que ele tem em viver, Pois a vida é sofrimento, Todos sofrem por não ter, Às vezes nem alimento, E acabam por morrer, Outros vivem escravizados, Pelos donos do poder, E acabam sendo comprados, Mesmo antes de nascer, Outros vivem enganados, Pensando em alguma coisa ser, Pobres manipulados, Pela incúria de não saber, Que Jeová não é Deus, Mas, na terra tem poder.                                                             (Imagem da Internet)

Tudo bobagem

Imagem
 Eu subia por um monte, Para ver lindas paisagens, Contemplava o horizonte, E achava tudo bobagem. E chegando lá no alto, Um ponto escuro eu avistei, Era um corvo,  ou um lagarto, Na minha cegueira, não sei. Aí apareceu alguém. Com o seu sapato alto, Sabia mais que ninguém, No seu orgulho insensato. Nesta hora eu acordei, Me livrei de minha cegueira, Abraço a quem amei, E valorizo as verdadeiras.

Hoje

Imagem
Nesta quinta-feira, Gostosa pra trabalhar, Choveu a manhã inteira, E agora, começou a ventar, Já que não saí da cama, Não preciso nem deitar.