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A mãe Maria

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Nas fainas de cada dia, Sob o calor escaldante, Lembro-me de Maria, Esse ser Santificante. Que amamentou Jesus, O guiou quando criança, E até o fim lá na cruz, Acompanhou a sua andança. E hoje lá no espaço, Que também pode ser aqui, Ela carrega em seus braços, A todos que Lhe pedir. Porque Maria é símbolo, De amor e paciência, Defende-nos em qualquer dolo, E por nós pede clemência. i

A verdade e a liberdade

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Um dia todos saberão que não sabem de nada, Que o sistema de controle nos faz viver um mundo de ilusão, Que a ilusão do mundo nos causará grande desilusão, Que desiludidos, talvez comecemos a buscar a verdade, E talvez um dia entendamos que; " Somente a verdade nos libertará".

Ir a fundo

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No triste sabor da vida, Até hoje me desdobro, Para saber a medida, Que do intelecto eu cobro. Se tudo é ilusão, Se tudo uma mentira, Como saber o que é bom, Se na terra, tem traíra. E ao passar pro outro lado, O que iremos encontrar? Pois lá também tem safado, Sempre pronto a enganar. Vamos procurar respostas, Se preciso, no fim do mundo, Mas, eu sei que não gostas, De nos problemas, ir a fundo.

A minha busca

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Dizem que o céu é o limite, Mas, eu não posso acreditar, Embora você acredite, Eu não posso nem sonhar. Se o céu fosse o limite, Eu o teria encontrado, Pois sou dos quem não desiste, De encontrar o procurado. Atravessei os mares, Até na lua cheguei, Mas em todos os lugares, O céu, eu não encontrei. Mas, até que foi legal, Toda essa minha busca, Nem céu, nem fogo infernal, A minha vida hoje ofusca. 🌞🌝🌛

A coluna do meio

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A ignorância do ser, Parece que vem do berço, O homem prefere morrer, Mas, não larga do terço. Duas velhinhas famosas, Do alto do seu belo salto, Dão gargalhadas gostosas, Mesmo durante um assalto. Porque elas não se apercebem, Da gravidade do ato, Pois a bebida que bebem, Não pode beber o gato. Este homem insensato, Não sabe de onde veio, Se nasceu em um orfanato, Ou se é coluna do meio.

A ignorância

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Se eu dizer o que penso, Posso até me enganar, Mas não vai haver lenço, Pra conter o seu lacrimar. Amanhã estarei morto, Pois a verdade é cruel, Só de pensar estou torto, A sina é amarga, é um fel. Mas não posso mais recuar, Tenho que seguir adiante, A verdade vai desnudar, O quão somos ignorantes. Mas se o fim for atingido, Tudo valeu a pena, Apesar de alguns feridos, Os broncos, continuam em cena.

Doutro lado

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Acreditamos em tudo, Oque a religião nos diz, Mas, hoje sou um sortudo, De mestres, não sou aprendiz. Deixei de lado a pieguice, De pastores e sacerdotes, Adoro, do Cristo a meiguice, Mas, fora dos holofotes. Tenho plena consciência, Dos deveres e obrigações, De usar a inteligência, No colocar meus senões. Pois da vida nada se leva, A não ser o aprendizado, Pois a memória se conserva, Mas, tem mistério doutro lado.