O fim
Era um lindo dia de chuva,
E no quintal, uma linda parreira de uva,
Que começava a murchar,
Por causa, de formigas saúvas.
Mas, logo depois do almoço,
Começou um alvoroço,
O sol voltou a brilhar,
E a água, transbordava do poço.
E um homem, muito prestativo,
Apesar do trabalho cansativo,
Reparava o poço danificado,
E tinha nos lábios, um sorriso
O dia chegava ao fim,
Ninguém se lembrava de mim,
Até que o telefone tocou,
Cara, hoje será o teu fim.
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