Nem só de amor vive o homem, Mas também, nem só de pão, Porque os que vivem do que comem, Pouco tem de evolução, E na ignorância ainda dormem, Esperando do céu, salvação.
Sinto uma saudade enorme, Mas, eu não sei de quê? Eu penso, que quando você dorme, Você pode me esquecer. Aí, me dá um nó na garganta, E fico até sufocado, E você me chama de anta, E eu fico, magoado. E o desespero aumenta, Nas noites de frio intenso, Tomo suco de pimenta, E em você, nem mais penso.
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