A janela vazia
Na janela,
Uma flor amarela,
Debruçada,
Uma linda donzela.
Mirei-a fascinado,
Sem culpa e sem recato,
Ela parecia sonolenta,
Uma virgem, no anonimato.
Acenei-lhe com um lenço,
Contrariando meu bom senso,
A donzela se retraiu,
Meu desencanto foi imenso.
Todo dia àquela hora,
Debaixo daquele pé de amora,
Espero ver a donzela,
No romper de nova aurora.
Mas a janela, continua vazia,
No lugar da donzela, melancolia,
Ela partiu, ficou um sonho,
Que fazer, nem eu sabia.
Uma flor amarela,
Debruçada,
Uma linda donzela.
Mirei-a fascinado,
Sem culpa e sem recato,
Ela parecia sonolenta,
Uma virgem, no anonimato.
Acenei-lhe com um lenço,
Contrariando meu bom senso,
A donzela se retraiu,
Meu desencanto foi imenso.
Todo dia àquela hora,
Debaixo daquele pé de amora,
Espero ver a donzela,
No romper de nova aurora.
Mas a janela, continua vazia,
No lugar da donzela, melancolia,
Ela partiu, ficou um sonho,
Que fazer, nem eu sabia.
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