Esperança

Hoje, último dia do ano,
E eu aqui a pensar,
Porque o homem é tirano,
E tudo ele quer matar.

O homem mata a si mesmo,
E o próximo sem razão,
O seu rumo está a esmo,
Perdeu o freio, e a direção.

Tantos países em guerra,
Seja ela fria ou não,
Mortes por toda a terra,
E ninguém acha solução.

O homem mata as águas,
Através da poluição,
Pois através das descargas,
Acabam com o ribeirão.

O homem mata as florestas,
Transformando em carvão,
E você ainda acha que presta,
Alguns desses cidadãos.

O homem mata o mar,
Tirando de lá o petróleo,
E até quando vai durar?
Derramando tanto óleo.

Mas ainda me resta à esperança,
Que o homem possa mudar,
Convido ao idoso e a criança,
Pra juntos podermos orar.

Para o mundo ser diferente,
Para o governante olhar,
Que a terra está doente,
E falta gente pra cuidar.

                                       Fernando   31/12/2011








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