O agora

Estou aqui sentado, em frente ao computador,
Ouvindo o ribombar dos trovões,
Que já não me causam pavor.

A chuva cai copiosamente,
Lágrimas dos meus olhos correm também,
Lembro-me amorosamente,
Daqueles, que um teto não tem.

Venta forte, corro fechar as janelas,
Tropeço nas lembranças,
Das noites frias, singelas.

Mas não cai no esquecimento,
Quantos barracos caindo,
E quantos estão lá dentro,
E quantos estão me ouvindo.

A noite vem chegando,
Por aqui vou parar,
Meu coração está apertando,
E pra todos, eu vou orar.



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