Nosso dia a dia
Um jovem assassinado,
Por causa de uns reais,
Que até ontem eram cruzados.
O que vale a nossa vida,
Um, dois, ou três mil,
Se a dignidade foi esquecida,
E a honestidade partiu.
Partiu para bem longe,
Nem a polícia consegue presumir,
Sem segurança o monge,
Tranquilo não pode dormir.
Essa tal violência,
Mostra nosso nível cultural,
Mas toda esta indecência,
Pra todos fará muito mal.
E a terra nossa escola,
Coordenada por Jesus,
Transferirá por esmola,
Todos os pregos da cruz.
E a terra será saneada,
Por terríveis temporais,
Sobrará gente animada,
Pra cultivar os olivais.
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