Seus ancestrais
Nas eras medievais,
O homem no seu descuido,
Esquecia os ancestrais,
Enaltecendo seus prelúdios.
Mas a vida continua,
E o esquecimento também,
Continuamos sentando a pua,
Pra quem não diz o amém.
Não é mais a força da espada,
Nem o calor das fogueiras,
Mas as línguas afiadas,
Matando gente altaneira.
A igreja não domina,
Mas mantem seus adeptos,
Num clima que não combina,
Com aquilo que é correto.
Por que és tão insensato,
Homem sem coração,
Seus ancestrais são seus rastros,
E merecem sua oblação.
O homem no seu descuido,
Esquecia os ancestrais,
Enaltecendo seus prelúdios.
Mas a vida continua,
E o esquecimento também,
Continuamos sentando a pua,
Pra quem não diz o amém.
Não é mais a força da espada,
Nem o calor das fogueiras,
Mas as línguas afiadas,
Matando gente altaneira.
A igreja não domina,
Mas mantem seus adeptos,
Num clima que não combina,
Com aquilo que é correto.
Por que és tão insensato,
Homem sem coração,
Seus ancestrais são seus rastros,
E merecem sua oblação.
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