Quatro estações
O sol brilha na minha janela,
A lua não faz por menos,
Mas a falta que sinto dela,
Tornam os brilhos amenos.
Á noite quando verão,
Com toda sua beleza,
Levanto esta questão,
Com quem eu sento a mesa?
Nas manhãs de inverno,
O café bem quente me aquece,
Coloco o melhor terno,
Mas ela não aparece.
Na primavera as flores,
O perfume lisonjeia,
Rosas de todas as cores,
Meu coração te pleiteia.
Mas no outono a paixão,
Parece amadurecer,
Como fruto temporão,
Dura pouco, e vai morrer.
A lua não faz por menos,
Mas a falta que sinto dela,
Tornam os brilhos amenos.
Á noite quando verão,
Com toda sua beleza,
Levanto esta questão,
Com quem eu sento a mesa?
Nas manhãs de inverno,
O café bem quente me aquece,
Coloco o melhor terno,
Mas ela não aparece.
Na primavera as flores,
O perfume lisonjeia,
Rosas de todas as cores,
Meu coração te pleiteia.
Mas no outono a paixão,
Parece amadurecer,
Como fruto temporão,
Dura pouco, e vai morrer.
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