Navegar é preciso

E o rio corre para o mar,
e o homem corre para o bar,
e eu,  não sei por onde começar.

Se o mar recebe todos os rios,
se o homem comete todos os desvios,
eu, já começo a sentir todos os calafrios.

Mas, também existe o rio da esperança,
e um dia o homem deixa de ser criança,
e eu, como um peso sem balança.

Começo nesse rio a navegar,
reconhecendo o homem, como sem par,
e eu, não preciso com ninguém  me comparar.

Só preciso, é aprender a nadar,
Se o barco acaso afundar,
E eu, a praia não avistar.

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