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Esperança

A todos, um feliz ano novo, Com sorrisos sinceros, Com pessoas interessantes, Que não sejam ignorantes. Que a saúde seja perfeita, Que a paz, duradoura, Que o dinheiro seja suficiente, E muitos frutos na lavoura. O amanhã, a Deus pertence, Para nós, cabe confiar, Que o bem sempre vence, E o amor triunfará.

A hora é agora

Dois mil e dezoito vai embora, Dois mil e dezenove chegando, E a hora é agora, Das coisa irem mudando. As promessas não cumpridas, Os desejos insatisfeitos, Podem agora serem remidas, Por um ato heroico bem feito. Por que é difícil ser bom? Por que é difícil a caridade? Pois todos sabem que é de bom tom, Se livrar de toda maldade. Ter um sorriso no rosto, Matar a fome de um desvalido, E se o ser for bem posto, Que tal ajudar um asilo? Mas, palavras o vento leva, Assim como a boa intenção, Mas, àqueles que ao bem se desvela, Deus o mantem em sua mão.

Seus ancestrais

Nas eras medievais, O homem no seu descuido, Esquecia os ancestrais, Enaltecendo seus prelúdios. Mas a vida continua, E o esquecimento também, Continuamos sentando a pua, Pra quem não diz o amém. Não é mais a força da espada, Nem o calor das fogueiras, Mas as línguas afiadas, Matando gente altaneira. A igreja não domina, Mas mantem seus adeptos, Num clima que não combina, Com aquilo que é correto. Por que és tão insensato, Homem sem coração, Seus ancestrais são seus rastros, E merecem sua oblação.

Questionamento

O Natal passou, A fome não, Muita criança chorou, E muitos, não fizeram questão.

Por que Jesus nasceu

Jesus nasceu,  E eu pergunto por quê? Para ensinar o caminho, Daqueles que querem crescer. Crescer, na sabedoria, Na vontade de servir, Cultivando harmonia, Sabendo ser um aprendiz. Jesus é o caminho, Que todos devem seguir, Mas nós não caminhamos sozinhos, Todos esperam o devenir. E qual o caminho traçado, Pelo meigo Nazareno, Se tivermos dois calçados, Com outro dividiremos. Sem trilhar este caminho, Fica difícil chegar, Ele é cheio de espinhos, Mas a florada virá. Jesus, a luz da vida, Esperança do peregrino, O anelo da alma esquecida, De todos nós o arrimo. Jesus, venha nascer, Dentro do meu coração, Ensina-me o bem viver, E a amar o meu irmão.

O barco

O barco balança ao vento, Nas ondas da mansidão, Para o barqueiro contentamento, Às vezes só solidão. No barco da vida vou indo, Nas ondas da evolução, Novos rumos vão surgindo, Com surpresas e comoção. Meu barco está aberto, Com alegria no coração, No leme o rumo certo, Na âncora da salvação.

A lição

Eu subi em uma árvore, Para admirar o horizonte, Vi castelos de mármore, Vi os rochedos e os montes. Vi uma alma peregrina, Apoiada num cajado, Avançando na campina, Sem o medo do errado. Vi um homem valente, Enfrentando adversidade, Apesar do dia quente, Sorria pra liberdade. Vi uma mulher bonita, Desfilando sua vaidade, Mas, parecia uma cabrita, Com poucos dias de idade. Vi idosos tão seguros, Doando boa vontade, Ajudando jovens imaturos, Com a experiência da idade. Desci da árvore contente, A lição foi proveitosa, Agora é mão no batente, Deixar a vida honrosa.