Sinto uma saudade enorme, Mas, eu não sei de quê? Eu penso, que quando você dorme, Você pode me esquecer. Aí, me dá um nó na garganta, E fico até sufocado, E você me chama de anta, E eu fico, magoado. E o desespero aumenta, Nas noites de frio intenso, Tomo suco de pimenta, E em você, nem mais penso.
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