A tormenta
O homem chora,
O homem grita,
Mas no hoje, no agora,
É o próprio homem que se irrita.
Se irrita pela tensão,
Criada pelo seu desejo irrefreável,
De ter mais, alegria, emoção,
Euforia, às vezes, incontrolável.
E nestes incontroláveis momentos,
O homem se agita, se esbraveja,
Esquece o simples, o sentimento,
Parece uma noite de temporal, que troveja.
Esquece, que é nesta tempestade,
Que surge a luz de um raio,
E neste momento de majestade,
Eu encontro a porta, eu saio.
Saio da tormenta,
E sigo a luz projetada,
Encontro na fé que alimenta,
O caminho, a estrada almejada.
O homem grita,
Mas no hoje, no agora,
É o próprio homem que se irrita.
Se irrita pela tensão,
Criada pelo seu desejo irrefreável,
De ter mais, alegria, emoção,
Euforia, às vezes, incontrolável.
E nestes incontroláveis momentos,
O homem se agita, se esbraveja,
Esquece o simples, o sentimento,
Parece uma noite de temporal, que troveja.
Esquece, que é nesta tempestade,
Que surge a luz de um raio,
E neste momento de majestade,
Eu encontro a porta, eu saio.
Saio da tormenta,
E sigo a luz projetada,
Encontro na fé que alimenta,
O caminho, a estrada almejada.
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