Neste mundo pedante, Todos somos ignorantes, Todos voltam como antes, Sem ter dado um passo adiante. A matriz é capaz, Molda, a moça e o rapaz, Tem nos Arcontes, seu capataz, E o Reptiliano, é muito sagaz. E o homem, pensa que é o tal, Pensa em transformar, açúcar em sal, Mas, enganado, sempre se dá mal, Morre, e vai parar num hospital. Numa cidade no Astral, Nova prisão, muito legal, Onde a enganação, é mais genial, E o preparam para renascer, no Natal. Cego com dantes, Esquece que já foi pedante, Com dívidas para pagar, mais adiante, Com holografias, chips e implantes. (Imagem da internet)