Tudo bobagem
Eu subia por um monte, Para ver lindas paisagens, Contemplava o horizonte, E achava tudo bobagem. E chegando lá no alto, Um ponto escuro eu avistei, Era um corvo, ou um lagarto, Na minha cegueira, não sei. Aí apareceu alguém. Com o seu sapato alto, Sabia mais que ninguém, No seu orgulho insensato. Nesta hora eu acordei, Me livrei de minha cegueira, Abraço a quem amei, E valorizo as verdadeiras.