Há, que saudade insana, de alguém que não sei se me ama, mas na verdade, é uma dama, instalada num pedestal de sonhos. Os sonhos que não são meus, os sonhos que também são os teus, os sonhos, de Átila a Zeus, mas são metas a que me proponho. Tornar o sonho realidade, viver o presente, sem sentir saudade, trazer a dama do sonho a realidade, mas a realidade, é um sonho medonho. Dizem os poetas, que sonhar é viver, mas eu digo, que meu sonhar é morrer, mas uma morte madura, digna de um ser, pronto para aprender, e a isso, não me oponho. Fernando 14/02/2011