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Sonhos e saudades

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Há, que saudade insana, de alguém que não sei se me ama, mas na verdade, é uma dama, instalada num pedestal de sonhos. Os sonhos que não são meus, os sonhos que também são os teus, os sonhos, de Átila a Zeus, mas são metas a que me proponho. Tornar o sonho realidade, viver o presente, sem sentir saudade, trazer a dama do sonho a realidade, mas a realidade, é um sonho medonho. Dizem os poetas, que sonhar é viver, mas eu digo, que meu sonhar é morrer, mas uma morte madura, digna de um ser, pronto para aprender, e a isso, não me oponho.                                      Fernando   14/02/2011

Só sombra

Há uma sombra no ar, De sobra, a sombra me assombra, E sobre a sombra de uma árvore, Me assombro no admirar. Na beleza verdejante, De folhas a farfalhar, Do fruto maduro e do verde, Que alguma fome vai matar. Mas, uma sombra no fundo, Que atinge o alto mar, Me assombra e eu me afundo, No medo de sossobrar.

Seu ego

O amor é perfeito, Se dentro de teu peito, Não tiver esse defeito; Seu ego, quer a coisa do seu jeito.

Não confiar em Deus

Na vida tudo passa, Passa você, passa eu, Mas a nossa maior desgraça, É não confiar em Deus.

És juiz?

Eu queria ser um juiz, Para eu poder julgar, Da minha incapacidade, De algo bom eu criar. Pois todo bem vem de Deus, Tudo está pronto e bem feito, O que discorda é como o fariseu, Que quer o mundo a seu jeito .

A fé

      Digo sempre que em matéria de fé eu sou que nem bule, e me perguntam por quê, e  eu respondo, por   que o    bule é de por café, e eu  sou de   pouca fé.   Mas  contemporizo, que a fé  eu  tenho é  pouca,  mas é  inabalável,   pois  ela  é baseada   na    razão,   no  estudo,   na  comprovação.   Diz Allan Kardec que a fé é a claridade da razão,  eu  concordo plenamente. Pois  a fé cega, em  princípio pode  ser  boa,  e até  funcionar   muitas   vezes    miraculosamente.   Mas   ao primeiro     entrave,    ou    conflito,   você    pode   ter   um incrédulo irreparável. Nada neste mundo é mirac...

Orar ou obrar

Passei o dia rezando, E veja o que aconteceu, A fome foi apertando, E o jejum faleceu. Fui batalhar pela vida, Leva um pão ao faminto, Uma palavra aquecida, Ao perdido no labirinto. Encontrei a paz desejada, Fazendo o bem sem vintém, Até minha alma encarnada, Vibrou e disse amém.