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O mais importante

O sábado caminha-se para o seu ocaso, E eu, ainda não sei por onde começar, Mas sei, que este ainda não é o caso, O caso mais importante, é pra frente caminhar. Caminhar a passos firmes, Sem medo de errar, E há até quem afirme, O erro, é o treino para acertar. E com isso eu concordo, Pois muitos tombos levei, Por isso quando eu acordo, Agradeço ao grande Rei. Mas amanhã é domingo, Um dia pra descansar, Então chega de choramingo, Um sorriso pra me alegrar.

Filhos da revolta

Nosso mundo começa, A partir de um grande erro, E todos nós estamos nessa, Envolvidos no novelo. Somos os filhos da revolta, Em discórdia  com o Pai, Pensamos em dar meia volta, Mas, agora é tarde demais. Nós temos que aprender, Que o Pai que é todo amor, Ele nos brindou ao nascer, Um mundo livre de dor. Mas o nosso egoismo, Foi grande e foi fatal, Transformou nosso destino, Viver, entre o bem e o mal. Mas, como o filho pródigo, Já percebemos nosso erro, Estamos mudando nosso código, E saindo do desterro.

O pensante pressionado

O pensador continua pensando, Mas não acha solução, Os preços estão subindo, Muito mais que a inflação. E os impostos também, Recordes de arrecadação, E o meu salário, amém, Este não aumenta não. Até o refrigerante, Obra de perdição, Custa os olhos da cara, Pela propaganda na televisão. Mas a cerveja vende bem, Preço não é problema, A moçada é maluca, E nem conhece cinema. O problema é o PIB, Que começa a decair, E o emprego informal, Até quando vai existir?

Conclusões

O dia em que tu encontrares o verdadeiro amor, Tu ajoelharás, e agradecerás, o Criador. Porque terás ganho a sorte grande, E a felicidade gerada por ele, compensará toda dor. Já não será importante a tua casa, O teu nome, ou altura, ou cultura, Se és pessoa importante, ou anônima, Porque o que realmente é importante, é ter um verdadeiro amor. E o mais importante, será valoriza-lo, pois se perde-lo, a dor poderá ser muito grande, e o retorno, muito demorado. Amar é viver, já dizia o poeta. E quem não amou ainda não viveu. Pense nisso, e boa sorte.

O cruzeiro

As estrelas brilham no céu, Mas não são só, pra nosso deleite, São como o nosso mel, Que adoçam o nosso leite. As estrelas nascem e morrem, Assim como todos nós, Mas nas noites nos socorrem, Funcionam como faróis. No nosso céu o cruzeiro, De forma resplandecente, Mostra no sul grande luzeiro, E identificam, a nossa gente.

Buscando resposta

Na longa jornada da vida, Mistérios encontraremos, Mas se a luta for aguerrida, Muitos deles desvendaremos. Comecemos por perguntar, Por que na terra estamos, E a mente exercitar, Em qual caminho trilhamos. Questionar o porquê, De tanto nós sofrermos, E devemos fazer o quê? Se um dia morreremos. Haverá outros mundos? Haverá felicidade? Porque tantos imundos, Albergados na humanidade. A resposta é difícil, Mas Kardec elucidou, E a verdade como um míssil, Em toda terra raiou. Nas obras Kardequianas, Que na verdade são cinco, Encontrarás muitas respostas, Se estudares com afinco.

Apareceu

Eu andava por aí, Sem saber o que fazer, Até, que num buraco caí, E aí... Apareceu você.