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A matemática do amor

No amor aprendi a somar, pra ser uma pessoa melhor, mas tem amor que pra ganhar, subtrai oque tem de pior. Com o amor aprendi a multiplicação, para o amor a ninguém faltar, mas encontrei amor traição, que só divisão, sabia calcular. Com o amor aprendi a raiz, Que quadrada podia ser, mas encontrei amor meretriz, que se fracionava, pra se vender. Mas o amor continua, somando e multiplicando, e se culpa da divisão for tua, no quadrado estarás entrando.

O barco do amor

Às vezes, o amor é como um barco, Começa navegando em águas calmas, Atinge o alto mar, Enfrenda tempestades, Mas, se puro e verdadeiro, o barco vence as tempestades e volta ao aconchego da praia de águas calmas. Mas, se o amor for sómente paixão, Ele realmente vai ser um barco furado, E dificilmente sairá da tormenta.

O descobrimento

Permita-se questionar tudo. Não tenha medo de nada. Estamos nesse mundo para aprender. E para aprender precisamos pesquisar, questionar, examinar tudo, sem medo e sem preconceito. Precisamos desconstruir nossas crenças, Pois as crenças nos impedem de crescer.                                          E só assim encontraremos respostas  satisfatórias aos nossos anseios de evolução. Vá em frente, e boas descobertas .

Meu doce

Meu doce mel, Minha alegria constante, Não transforme em fel, A vida deste itinerante. Meu doce mel, Minha alegria, meu pulsar, Por você me torno réu, Para o teu sonho realizar. Meu doce não se azede, Para minha alegria não turvar, Se não matares minha sede, O meu jogo foi de azar.

A sabedoria do rei

O pensamento voa, O físico se desgasta, E você ficando a toa, Só o tempo é que se arrasta. O pensar e o realizar, O aprender e o estudar, Na oficina da experiência, A prática vira ciência. Se no hoje estou pensando, No amanhã triunfarei, Meu castelo estou montando, Mesmo não sendo rei. Mas se a sabedoria, Comigo ela for morar, Serei rei por um dia, Se com você eu estar.

O que mais me agrada

Ao longe, o som da trombeta, Aqui perto, um som tão incerto, Ao lado, um barulho isolado, Ao fundo, um som surdo de um bumbo. Ao meio dia, o sino toca, A meia noite, doze badaladas, O tecelão manuseia a sua roca, E o caboclo, manuseia a sua enxada. E eu, escrevo palavras ao vento, Mas, é você, o que mais me agrada .

Acróstico da morte

A ntes de falar da morte, C onvêm falar da vida, R uiu a coisa de sorte, O nírica fonte perdida, S orte de quem bem viveu, T eve ética, e solidariedade, I niciativa e perseverança, C onservou a dignidade, O rgulho morreu com a vaidade. D icas pra bem morrer, A titudes pra bem viver. M orto está quem não viveu, O rgasmo de um grande amor, R idículo os atos teus, T eus enganos, dissabor, E nterre seus erros, sua dor.