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Mostrando postagens de dezembro, 2012

Chuva de verão

Quando essa chuva cai, Linda chuva de verão, As vezes fazendo estragos, Mas lavando o ar e o chão. Sinto a alegria sincera, Que brota do coração, Essa chuva que retempera, A doce terra do sertão. Às vezes me entristece, Ver as ruas alagadas, Muitos bueiros tampados, Com as sujeiras ali largadas. Mas um dia vamos ter, Pessoas com mais responsabilidade, E cidadãos, com certeza vão ser, Com uma vida de mais qualidade.

O sorriso do justo

Há coisa mais bela, do que olhar pela janela, e ver um lindo amanhecer. Há coisa mais maravilhosa, do que de uma varanda gostosa, contemplar o entardecer. Há coisa mais emocionante, do que dois corações amantes, ver a lua o céu correr. Há coisa mais esperada, do que uma criança amada, que está para nascer. Há, o sorriso do justo, que conquistou a muito custo, na experiência do bem viver.

O encanto acabou

O Natal passou, O encanto acabou, Nas estradas vários mortos, Por alguém que se embebedou. Bendita seja a cerveja, Bendito seja o vinho, Mas quero que alguém veja, Trés mortos em caixões novinhos. Quanta comida estragada, Por alguém que tem fartura, Quanta gente na mesa não tem nada, E você anda com frescura? Trinta pessoas beberam, Trezentas garrafas de cerveja, Trinta pessoas não morreram, Mas uma mãe não festeja.

A realidade natalina

      O Natal já chegou, muitos presentes, muitas comidas, mas infelizmente, muitas bebidas. Pessoas que arranjam todo e qualquer motivo para se locupletarem de álcool. Como será a vida desses nossos irmãos, será de felicidade, ou será de uma angústia que sómente a cerveja consegue amortecer. Tudo é, será? A resposta certa não sabemos. Mas o que sabemos, é que a bebida corre solta, os carros rodam à alta velocidade, famílias são destruídas, e após o Natal, a realidade, esquecemos do aniversariante, Jesus ficou longe de nossas mesas, só enfeitou nossas árvores. Esta infelizmente a nossa triste realidade. Será que há tempo de se consertar isto?

Quase nada

A realidade é que nós somos o que pensamos, Como nós pensamos em quase nada, Quase nada nós somos.

Viver a vida

Hoje eu quero falar com você, você que está me lendo neste momento, Qual é a tua ideia, qual o seu pensamento? Você é uma pessoa de bem? Ama seu próximo? Amas alguém? Ou odeias? Odeia alguém em especial? Fazes algum trabalho em prol do seu próximo? Praticas alguma religião? Pertences a alguma ONG? Gostas de cantar? Ouvir música? Parecem perguntas banais não? E são? Mas no fundo, são estas coisas que te farão uma pessoa diferente, ou melhor, uma pessoa especial, pelo menos para alguém. Porque uma boa ideia, um bom pensamento, te contamina, e irradia-se pela tua aura, e sem ver, todo mundo percebe. Se amas, então é melhor ainda, o amor cura todas as feridas, todas as dores, físicas e morais, e serás mais especial ainda. Mas se odeias, é o inverso, colherás dissabores, desilusões, e mais tarde, doenças. Além do que, como disse acima, o ódio, se irradiará em sua aura, e todos saberão que és uma pessoa odiosa. Participar de um trabalho em prol de alguém,...

Todo homem

Todo homem deveria ser homem, Deveria ter a coragem, de sempre dizer a verdade, Deveria ter a consciência de seus deveres e obrigações, Deveria sempre estender suas mãos aos necessitados, Todo homem deveria ter a coragem de dizer não aos vícios, Todo homem deveria dizer não a bendita latinha, Todo homem deveria desligar o celular quando ao volante, Todo homem deveria falar menos e escutar mais, Enfim, todo homem deveria ter a coragem de ser homem, com H maiúsculo. Mas infelizmente, isso é para poucos. O mesmo vale para as mulheres.

A caridade ll

O trabalhador é digno do seu salário, Mas, o vagabundo tem que comer, Não importa a custa de quem, O inválido tem necessidade, O idoso mais necessidade ainda, E no nosso Brasil despedaçado, Temos o rol dos desempregados, A fila dos desmiolados, Na praça um monte de jovens sentados, Poucos sabem ler, muitos iletrados, E é aí que entra a caridade, Não a caridade de simplesmente matar a fome, Mas, a caridade que mata a ignorância. E fora da caridade, não há salvação(Allan Kardec ).

A passagem do homem

O homem nasce, O homem cresce, O homem amadurece, E depois apodrece. E ninguém se lembra, Todo mundo esquece.